
Tô na ativa agora com o MITO+GRAPHOS, um blog sobre mitologia mundial. Visitem-no!
Logo no primeiro dia do ano, fui agraciado com Programa Piloto, tendo Andréa Beltrão, Alexandre Borges, Fernanda Torres e grande elenco. A sinopse:Uma novela, seus bastidores e o tênue limite entre a ficção e a realidade. O programa vai mostrar um folhetim passado no Paquistão e seus bastidores nos estúdios de uma emissora brasileira fictícia. "Nosso objetivo é mostrar a novela dentro da novela. Queremos apresentar o trabalho que dá colocar uma história de pé, retratar esse dia a dia de uma produção. Podemos considerar o programa um filho do TV Pirata, com o mesmo tom cínico de humor", conta o autor Cláudio Paiva. Programa Piloto tem a autoria de Cláudio Paiva, colaboração de Nilton Braga, direção-geral de Maurício Farias e direção de núcleo de Guel Arraes.
O trio principal é ótimo, mas é a dupla feminina que se destaca! Fernanda Torres - apesar de seus momentos Vani (d'Os Normais) - é sempre um prazer de ver e garantia de alegria. Mas é Andréa Beltrão que mostra que tá na hora dela. Seja no teatro, no cinema ou na TV, ela dá um show imperdível. E deixa a gente com gostinho de quero mais... mas quer saber? Não quero mais não. A não ser que seja um episódio por ano, ou semestral no máximo. Se virar diário, semanal ou até mensal, pode ficar chato, gasto, sem graça.
Na semana seguinte (ontem, pra ser mais exato), a mesma emissora brindou a todos com a minissérie Dalva e Heriberto: Uma canção de amor. Um primor de adaptação, com interpretações excelentes... e isso só no primeiro capítulo! Vou acompanhar e creio que não vou me decepcionar.
As músicas são ótimas, os espetáculos tem a coordenação dos mestres Charles Moeller e Claudio Botelho, e Adriana Esteves... bom, Adriana Esteves é Dalva de Oliveira! Parabéns, Maria Adelaide do Amaral. Aliás, aqui vale uma ressalva: ela é responsável por incríveis produções, como A Casa das Sete Mulheres, A Muralha, Os Maias, JK e Queridos Amigos, entre muitos outros trabalhos. Ela tem uma novela chamada O Mapa da Mina... espero que a Rede Globo saiba que ela É a mina.
Já falei inúmeras vezes sobre o curta de animação Uruca do meu amigo Erick Grigorovski (esse aí do desenho auto-retrato!). E falarei quanto mais for necessário porque começou querendo animar a platéia do Odeon durante a 8ª Mostra de Filmes de Montanha no Rio. O filme acabou levando dois prêmios no festival, incluindo o de melhor filme, o que motivou a tentativa em outros festivais. Resultado? A aventura foi exibida em mais de trinta festivais em 15 países, foi premiado 7 vezes (4 internacionais), recebeu 23 indicações a prêmios, além de ser a primeira produção nacional selecionada para a Banff World Tour, o que pode significar exibições em todo o planeta chegando a 577 mostras! Veja o que eu escrevi sobre o Uruca aqui e depois entre no site dele pra poder ver ainda mais!
A pedidos, a sinopse:Entre nós narra o drama vivido pela adolescente Luísa, durante o feriadão em que seu pai e parceiro de escalada, Aurélio, sofre um sério acidente, enquanto os dois escalavam uma grande montanha na serra. O experiente escalador despenca por centenas de metros, e some no meio da vegetação e da neblina. Longe de auxílio, sozinha e no meio de uma tempestade gelada, a menina precisará reunir todas as suas forças para escapar com vida. O filme busca narrar em seus 15 minutos a história da forma mais universal possível, com as imagens e a música, eliminando os diálogos e as barreiras da língua.Show! Fique ligado para saber mais sobre essa nova animação desse talentoso designer.




As imagens estão a venda pelo site de sua empresa a Lumadessa - que significaria "aventura iluminada" (mistura de luminous e odissey) - e 5% dos lucros vão para instituições de proteção aos animais. Continuo dizendo: cartaz é especial. Nesse caso, é arte.




Incrível, não? Acho cartaz uma mídia excelente, mas muito pouco trabalhada no Brasil. Os investimentos e os espaços de divulgação são poucos. Acho que cartazes como esses poderiam despertar ou reavivar um desejo por aqui.