quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Intolerância do Tempo

ser "Advogado do Diabo" nos ensina a pensar fora da caixa e questionar as "fórmulas", até mesmo aquelas criadas pela gente mesmo. no entanto, é um processo difícil que atrai animosidades em uma época onde uma nova intolerância se encorpa: a INTOLERÂNCIA DO TEMPO, aquela q cerra os ouvidos e encerra conversas, q não permite a fermentação e a mudança, q cria novas caixas e novas fórmulas cada vez mais indecifráveis, q aumenta distanciamentos e seleciona somente a exclusão.

mudar de opinião e admitir o erro é agora tratado com descaso, agressividade e mais exclusão ao invés de um possível sinal de amadurecimento, de crescimento, de inteligência emocional.

fico feliz de saber q a Arte e o cotidiano como professor me colocam à prova, tornando-me alguém capaz de, pelo menos, ouvir o outro e entender a força do tempo.

amigos, o mundo q gira é o mesmo em q um homem não entra no mesmo rio duas vezes.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

MCU - 10 anos

Em 2008, a Marvel lançava Homem de Ferro, o primeiro filme de seu universo cinematográfico.

Dez anos depois, ela irá concluir sua terceira fase com uma megassaga em dois filmes que colocará todos os seus heróis contra Thanos, o grande vilão galáctico!

Não é à toa que o Homem de Ferro está no centro dessa imagem promocional de dez
anos. Além disso, os únicos vilões que aparecem são Loki e Nebula (de Guardiões),
mas eles não são exatamente vilões, né? (clique na imagem para aumentar)

Fiz somente a resenha do terceiro filme do Capitão América, Guerra Civil, porque a Marvel decidiu que - já estando consolidada - estava na hora de lançar novos heróis. Doutor Estranho, seu próprio Homem-Aranha (porque os anteriores eram da Sony), Pantera Negra, Vespa e Capitã Marvel teriam sua vez, enquanto os Guardiões da Galáxia teriam uma continuação e Thor encerraria sua trilogia.

Então, começarei as resenhas até culminar na Guerra Infinita dos Vingadores, no fim de abril, que ainda não é o fim dessa fase. O terceiro filme terá uma continuação em 2019 que (aí sim) irá encerrar a fase e abrir um novo horizonte ainda sem rumo, provavelmente com Homem-Aranha e Guardiões da Galáxia fazendo a passagem. Aguardemos até lá!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O ziriguidum ao lado

O Carnaval está chegando e a revista do Arte ao Lado está voltando! Então, mexa-se! Tem dança, tem teatro e – é claro – arte na Sapucaí!



"Ô abre-alas que eu quero passar..."

sábado, 3 de fevereiro de 2018

MCU - Fase 2

Após os Vingadores detonarem o cinema, o que a Marvel poderia fazer para continuar com seu sucesso estrondoso? A resposta: apostar em mais heróis e na incrível dinâmica criada entre eles. Como já escrevi sobre todos os filmes dessa fase, farei alguns comentários gerais sobre esse momento.


FASE 2
  1. Homem de Ferro 3 (2013)
  2. Thor: O mundo sombrio (2013)
  3. Capitão América: O soldado invernal (2014)
  4. Guardiões da Galáxia (2014)
  5. Vingadores: Era de Ultron (2015)
  6. Homem-Formiga (2015)

O que precisa ficar claro é que a Marvel não só apostou alto como acertou muito na segunda fase. Porém, começou com um erro: Homem de Ferro 3... Na verdade... O que fazer com o Tony Stark de Robert Downey Jr., um do grandes responsáveis pelo sucesso do MCU? O filme privilegia o ator, ao mesmo tempo que nos presenteia com inúmeras armaduras com um jeitão claro de fechamento, como se ele nem fosse mais aparecer. O(s) vilão(ões) são péssimos e mostrou um problema com todos os filmes.

A saturação de filmes de heróis no cinema começou a colocar as produções em cheque, mas a Marvel percebeu o que deveria fazer. Primeiro, precisava consertar os filmes solo dos outros dois representantes de sua trindade, Thor e Capitão América. Depois, criar um ponte de ligação ainda mais forte entre eles, de preferência, uma ligação cósmica...

O segundo Thor se baseou na força do Loki de Tom Hiddleston para manter a grandiosidade. O vilão aumentou a mitologia nórdica da Marvel e eles introduziram o Éter como uma das seis Jóias do Infinito (ao lado do já conhecido Tesseract). Mesmo assim, não foi um filme muito bem considerado. O título "Mundo Sombrio" parece ter deixado o filme mais sério do que se esperava.

Já o segundo Capitão América veio pra arrebentar! Na verdade, talvez seja um dos melhores filmes da Marvel. Tem ação, espionagem, novo herói (Falcão), antigos heróis queridos (Viúva Negra)... até o vilão que não é um vilão funcionou muito! Esse filme também funciona como um outro fechamento com o fim da Shield e a preparação para o próximo filme dos Vingadores.

Mas aí veio o pulo do gato da Marvel... ou melhor dizendo... o pulo do guaxinim! A editora pegou heróis completamente desconhecidos do grande público e mostrou todo o seu potencial num filme praticamente perfeito. Estendeu o lado cósmico do MCU, amarrando os Guardiões da Galáxia com os Vingadores através das Jóias do Infinito, e mostrou que o gênero de super-heróis não se esgota se você tem uma boa história com bons personagens.

Até vou dizer que os Guardiões fizeram o segundo filme dos Vingadores perder um pouco a força. O filme tem algumas falhas mesmo... mas a inclusão do Visão, da Feiticeira Escarlate e de Wakanda deixaram os fãs mais satisfeitos. Porém, os Guardiões também abriram a porteira: Homem-Formiga, um dos vingadores originais, poderia sair do papel e entrar para o MCU. E deu certo com um filme mais família, diferente dos outros.

Essa segunda fase, então, serviu para ampliar a quantidade de heróis na telona e mostrar que esse gênero de filmes só precisa de um bom roteiro e uma boa direção, pois as histórias já fazem sucesso há mais de 70 anos nos quadrinhos. O MCU se estabeleceu de forma inegável e bem sucedida, mas estabeleceu um padrão elevadíssimo para a terceira fase que foi sendo construída junto à segunda.