
Eu hein...
Para mim, e para qualquer um que tenha crescido antes de uma certa época — alguma coisa em torno dos anos 1980, eu diria — os cartazes eram uma peça-chave da experiência de ir ao cinema. Você andava pelo lobby, olhava o cartaz, normalmente acompanhados de cartões, e frequentemente de stills e linguagem promocional, do filme que você estava para ver e de outro que entraria em cartaz em seguida. Você guarda e absorve a imagem no olho da sua mente. Parte da excitação, naquela época, era assistir ao tal filme e compará-lo com o filme imaginário que você criou durante os poucos segundos que olhou para o cartaz".Gênio, não? Em um livro, ele selecionou seus 10 cartazes preferidos da clássica Hollywood, quando o cartaz era representativo de uma época. Vejam:
Private Detective 62 (1933), Perseguição implacável (1942), Maridos cegos (1919) e Levada da breca (1938)
Há muito tempo eu não ia ao cinema e saía com dor no pescoço por uma boa causa... era sempre porque o filme era longo e chato demais ou a cadeira era péssima. Ilha do Medo (Shutter Island) foi a razão da dor.A trama, sinceramente, é o que menos importa em Ilha do Medo. O desfecho, menos ainda. É a viagem que vale cada centavo do ingresso.
(...)
Quando Ilha do Medo acaba, não temos referência suficiente para julgar com certeza a sua conclusão, que pode ou não ser verdadeira. É desconcertante.
Bonequinha de luxo (Breakfast at Tiffany's)
Gandhi (Gandhi), O retorno da Pantera Cor-de-rosa (The return of Pink Panther) e Gremlins (Gremlins)
Operação Dragão (Enter the Dragon), Flipper (Flipper - 1985) e Atração Fatal (Fatal Attraction)
Touro indomável (Raging Bull), Willow - Na terra da magia (Willow), Crocodilo Dundee 2 (Crocodilo Dundee II) e A história sem fim (The neverending story)
De olhos bem fechados (Eyes wide shut), O Império contra-atraca (The Empire strikes back) e Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark)
Alien - O oitavo passageiro (Alien), O bebê de Rosemary (Rosemary's baby) e A mosca (The fly)