sábado, 2 de outubro de 2010

Ária

Confesso que não sou muito fã de ir a show que vão lançar CDs porque a maioria das músicas cantadas ainda não são conhecidas.


Claro que a exceção a essa regra é o Djavan. Até porque ele cantou 1/3 de músicas novas no show... e pude me deleitar com os clássicos Oceano, Eu te devoro, Samurai, Lilás, Flor de lis, Linha do Equador, Seduzir, Sina e por aí vai! E ainda valeu para conhecer Lambada de Serpente, do seu CD Alumbramento de 1980, que é linda.



Mas, na minha imensa pretensão de quem faz aula de canto, achei que ele escolheu algumas músicas bem difíceis para o tom de voz dele. Inclusive, acho que ele arriscou uns agudos que desafinaram e uns graves que sumiram.



Mas quem sou eu? Ele pode, eu não! Só sei que o show foi maravilhoso como sempre! E me deixou ainda mais feliz ao saber que ele já está escrevendo novas composições para um próximo CD!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Quem faz aniversário hoje?


Dá-lhe, Logan! (Ou James... Wolverine... Wolvie... Caolho... etc etc etc.)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

A presidência em cheque

Marina Silva (PV), Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Plínio Arruda (PSOL) são aqueles que disputam a presidência de nosso país, aqueles que querem nos governar. Ou não...

Dilma se apoiou no governo do Lula e só. Sempre respondeu falando do que foi feito por ele - como deve estar na cartilha - e que vai continuar a fazer o mesmo. Nada novo, nenhum olhar diferenciado... apenas uma monótona continuação (inclusive em não saber falar direito). E o governo dela, afinal? Assim fico cada vez mais certo de que ela é um mero fantoche de um governo questionável. E o pior foi o ato falho das doações de campanha não-declaradas...

Plínio fez questão de se mostrar contrário ao governo Lula e, portanto, a Dilma. E de forma bem contundente. Aliás, foi quem atacou todas as propostas de todos os candidatos e não me pareceu tão preparado assim. Perguntar de partido e pedir voto foi demais, não? E que tal afirmar que muita gente não o entende? Apesar da platéia a favor, foi muito mal... só queria saber de dinheiro, dinheiro, dinheiro e de não pagar a dívida externa! Eu hein... vislumbrei um passado recente e negro! Ainda bem que ele largou a canetinha irritante logo no início... Fraco!

Serra tem história política e me pareceu bem preparado. Se houvesse um vencedor no debate... acho que seria ele. Muito paulista para o meu gosto, ele infelizmente me lembra também um passado recente e tenebroso, com políticos que prometem muito e priorizam uma sociedade capitalista da classe dominante. Será que ele é o famoso lobo em pele de cordeiro?

Uma rouca Marina tentou ser ouvida, mostrando que sua visão estratégica é ampla. Tão ampla que quase sempre estourava o tempo. Mas será que ela se perderá no meio de tantas questões menores e pontuais - mas não menos importantes - que esse enorme país tem? Achei muito bom que ela foi a única capaz de dizer que programas de outros governos são bons e que ela irá mantê-los e melhorá-los, enquanto os outros criticavam ou mostravam que criar coisas melhores.

No geral, foi um debate fraco para mim. Senti falta, tanto neste quanto no dos governadores, as explicações sobre a Educação. Parece que o papelzinho não estava para sorteio ou, então, foi colado no fundo da caixa. E mesmo sem o papel, ninguém aproveitou esse tema quando tinham a liberdade de perguntar. Triste.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Papelaria criativa

Acho que vale a pena citar esses três casos de papelaria. Primeiro, a maquiadora Sandra Martins contratou a agência OpusMúltipla de Curitiba para fazer isso:


Não é genial? Um carimbo que pode deixar a marca de batom em qualquer superfície! É de uma criatividade ímpar!

E esse que o designer canadense Louis Beaudion fez (pelo escritório - também canadense - Chez Valois) para Caroline Boisvert, expert em treinamentos e recursos humanos:


Puxe e o gráfico de desempenho vai aumentando!

E, por último, mas não menos criativo, o cartão da TAM Cargo criado pela agência Y&R:


Se é carga que você quer, por que não uma embalagem?

Achei os três muito bons e divertidos! É o lúdico ganhando cada vez mais força no cenário do design.

Embate para governador do Rio...

Engajado como estou, resolvi assistir o debate (ou teria sido embate?) dos três candidatos ao governo do estado do Rio de Janeiro que possuem mais de 3% nas pesquisas: Sérgio Cabral (PMDB), Fernando Gabeira (PV) e Fernando Peregrino (PR).

Peregrino entrou para criticar o governo do Sérgio Cabral de todas as formas possíveis... inclusive atacando sua integridade pessoal. Exagerou. Pra mim, fui um daqueles casos de mesmo certo, perdeu a razão. Enquanto isso, sua relação com Gabeira parecia muito boa, pois concordava com praticamente tudo que ele falava. Se houver segundo turno, acho que já sei quem vai apoiar quem.

Cabral entrou pra fazer campanha (leia-se: promessas a perder de vista) e se defender (atacando!). Realmente foi achincalhado pelo Peregrino e só soube se defender atacando o casal Garotinho que, por mais que sejam dois escroques, não podem ser referência para o trabalho do candidato. E, depois de deixar bem claro que estava ali para mostrar sua proposta de trabalho sem agressividades (o que teria sido ótimo), começou a atacar o Gabeira sem necessidade. Podia até ter razão, mas tomou alguns belos foras. A chance de se reeleger no primeiro turno é gigante.

Gabeira me pareceu meio perdido... como se tivesse tanta coisa pra falar que não sabia por onde começar. Até em seus momentos de intelectual, ficou meio fora do prumo. Pelo menos, me pareceu manter uma postura menos agressiva com relação a seus colegas. No fim, lamentou o tempo curto do debate que acabou não abordando assuntos bem mais importantes, como educação, mas acredita no segundo turno.

Farei um destaque ao Márcio Gomes, que conduziu o debate sem problemas e ainda tentou dar uma segurada no público que vaiava Cabral.

Eu continuo na mesma dúvida de antes: voto no ideal ou no concreto?