terça-feira, 4 de setembro de 2018

Ressignificar para não morrer

Pense que os blogs surgiram com a ideia de serem diários online, onde as pessoas compartilhavam suas vidas, pensamentos... bom... já perceberam que isso agora é feito em outro lugar, né? As redes sociais mudaram (reduziram) a forma de comunicação via web... os blogs passaram para 140 caracteres em tweets e agora são imagens no Instagram. Ninguém mais tem tempo (ou vontade) para ler um texto na internet que não seja algo informacional e necessário (ou fofoca, é claro).

Só que eu também não tenho mais tempo de escrever um texto significativo para internet. Ainda mais para uma internet que parece exigir interação em um espaço de relacionamento quase nulo. Quem lê o que escrevo? Vira esquizofrenia ou egocentrismo...

Dessa forma, preciso ressignificar esse espaço agora que já tem 10 anos "no ar". Tem muita informação bacana que consegui colocar aqui, porém, já estão datadas e isso é a morte na web. Coisa velha não dura. Vivemos a Era do Agora (ou de coisas antigas que voltam pra assombrar sem ninguém se ligar na data). Aos poucos, então, farei uma limpa, uma atualizada. Avisarei das coisas bacanas que já foram escritas numa tentativa de otimizar e - como eu já disse - ressignificar isso aqui.

Vamos ver o quanto dura.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Mulher-Maravilha

George Pérez
ALTER EGO: Diana

NOME ORIGINAL: Wonder Woman

OUTROS NOMES: Agente especial Diana Prince, Suprema (nome original), Super Mulher (tradução brasileira errada) e Miss América (tradução brasileira errada).

EPÍTETOS: "Primeira heroína da DC Comics", "A princesa do poder" e "Princesa Amazona"

ORIGEM
(Versão Original) Muitos anos atrás, uma jovem piloto de testes norte-americana chamada Diana Trevor caiu em uma Themyscira (também chamada de Ilha Paraíso), uma ilha remota que é o lar da raça guerreira conhecida como Amazonas. Algum tempo depois, quando um monstro chamado Cottus ameaçou a ilha, Diana usou o que havia restado das armas de seu avião para proteger as novas amigas e acabou dando sua vida por elas. Hipólita, a rainha das Amazonas, nunca se esqueceu do sacrifício da piloto, lembrando-se para sempre do nome dela.

Hipólita ansiava por uma filha e, seguido as tradições de seu povo, modelou a forma de um bebê a partir do barro. Dotada de poderes concedidos pelos deuses por meio de orações, a estátua ganhou vida na forma de uma criancinha. Feliz, Hipólita chamou-a de Diana em homenagem à deusa e à piloto que salvara Themyscira anos antes.

A rainha supervisionou o ensino e a criação da filha, auxiliada por muitas de suas irmãs amazonas. Todas queriam fazer parte da criação da princesa, a primeira criança gerada na ilha. Elas ensinaram não só a cultura, como também seus segredos de combate. Embora fosse muito protetora, Hipólita queria que um dia Diana estivesse preparada para encarar o mundo que a cercava com a força e a graça das Amazonas.

Ares, o deus grego da guerra, tentava conquistar a humanidade regularmente, e empreendia outros atos de agressão contra a raça de guerreiras. Para proteger e defender os humanos, Hipólita conclamou uma nova campeã. Esta escolhida deveria ser a primeira frente de defesa contra Ares e seus filhos, e vestir um uniforme inspirado nas marcas da antiga aeronave de Diana Trevor. Disposta a proteger sua filha de ser ferida, a rainha proibiu a jovem de participar da disputa que apontaria a campeã. Diana, então, se disfarçou e venceu o torneio com facilidade, tornando-se a Campeã das Amazonas. Forçada a aceitar a decisão da filha, Hipólita presenteou-a com os Braceletes Prateados e o Laço Dourado da Verdade para sua proteção. Com tais posses, Diana virou a Mulher-Maravilha

*****
(Renascimento por Pérez) As amazonas eram reencarnações de mulheres assassinadas na pré-história, a benção dada pelos deuses para que isso fosse possível, não serviu ao propósito esperado mas, ainda assim, elas tiveram mais uma chance. Do barro Hipólita moldou a sua filha, a filha que estava em seu ventre quando fora assassinada na Idade Média. Assim, os deuses permitiram que a última alma levada pudesse ter a sua vida e a abençoaram a tornando mais poderosa ao que costumava ser.

CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Basicamente, a Mulher-Maravilha é uma mulher caucasiana de cabelos pretos longos (os quais já foram cacheados e lisos), usando uma tiara dourada com uma estrela, um traje que combina bustiê vermelho com uma águia dourada como símbolo (sendo substituída por um duplo "W" nos anos 1980 até então), short azul com estrelas brancas e botas de cano longo vermelhas. Depois da guerra civil em que sua mãe foi deposta do trono das Amazonas, a Mulher-Maravilha deixou de usar a tiara.

PODERES: Diana foi treinada para controlar o uso de seus poderes por Hipólita e a general amazona Phillipus. É dito que ela tem a força de Hércules, a sabedoria de Atena, a beleza de Afrodite e a velocidade de Hermes. Entre várias habilidades, podemos citar:
  • Força física sobre-humana, sendo considerada a personagem feminina mais forte das HQs.
  • Invulnerabilidade corporal sobre-humana, sendo dotada de uma altíssima resistência a ataques tanto físicos como mágicos. Sua tolerância à dor, também, foi adquirida graças aos intensos treinamentos como amazona. Ela também possui um regeneração curativa espontânea que gera dúvidas sobre imortalidade e retardo do envelhecimento.
  • Capacidade de voo (no início, ela só planava), podendo, atualmente, atingir velocidade supersônica.
  • Velocidade sobre-humana, que também amplifica sua agilidade e seus reflexos.
  • Audição sobre-humanas
  • Ela pode se comunicar com muitas espécies de animais, e sua simples presença, por vezes, traz calma empática para as mais ferozes criaturas.
  • Imunidade à Ilusões e Controles Mentais.
  • É um omni-linguista: capaz de falar todas as línguas existentes
  • Também é treinada em todas as habilidades de luta armada e desarmada da antiga Grécia, tornando-se uma exímia estrategista e mestre em combate corpo-a-corpo. Possui extensa habilidade com armas de combate e conhecimentos de aviação.

ARMAS E ACESSÓRIOS
São dois os principais acessórios da Mulher-Maravilha: o Laço Dourado da Verdade e os Braceletes Pateados. Seu famoso laço faz bem mais do que laçar e segurar ladrões em fuga. Feito de pequenos elos de corrente, o laço foi forjado a partir do cinturão de Gaia e presenteado a Diana pela deusa Héstia. Virtualmente indestrutível e de comprimento ilimitado, a maioria daqueles que são atados por ele – deuses ou mortais – são compelidos a falar a verdade. Poucos conseguem resistir ao seu controle. Em histórias posteriores, foi explicado que este laço é um símbolo da verdade em nosso mundo, cabendo à heroína, portanto, o papel de guardiã da verdade.

Os braceletes são uma lembrança simbólica da escravidão que seu povo sofreu no passado, algo que elas jamais permitirão que ocorra novamente. Os que são utilizados por Diana foram forjados a partir do Escudo de Zeus e, por essa razão, são indestrutíveis.

Diana também utiliza uma tiara com bordas cortantes que pode ser lançada como um bumerangue. Além disso tem acesso ao arsenal das Amazonas, que consiste em machados, espadas, escudos e numa belíssima armadura de guerra inspirada numa águia.

Por um determinado tempo, Diana usou um avião invisível para se locomover por grandes distâncias. No início, a Mulher-Maravilha possuía um avião invisível feito do metal fictício Amazonium (pois ela não voava). Aos poucos foi sendo retirado das histórias, mas seu uso destacado na TV, fez com que ele fosse reutilizado. Com a versão da Mulher-Maravilha de George Pérez, foi estabelecido que ela pode voar com seus próprios poderes e o avião foi descartado. Recentemente, o avião foi reintegrado a cronologia, sendo um dote da raça dos aliens lansiranianos.

FRAQUEZAS:

AFILIAÇÕES: Rainha Hipólita (mãe)

GRUPOS: Liga da Justiça, Sociedade da Justiça, Departamento de Meta-Humanos e Amazonas

CRIAÇÃO: William Moulton Marston (sob o pseudônimo Charles Moulton), em 1941, possivelmente inspirado por sua mulher, Elizabeth, e sua amante, Olive.
PRIMEIRA APARIÇÃO: All Star Comics #8 (1941)

OUTRAS MÍDIAS:
  • A primeira tentativa de produzir um programa de TV sobre a heroína foi em 1967, com o curta-metragem Wonder Woman: Who's afraid of Diana Prince?, protagonizado por Ellie Walker. Apesar do tom cômico, o uniforme era bem fiel aos quadrinhos da época.
  • Em 1974, foi produzido pela ABC o telefilme Wonder Woman para testar a audiência para uma série. A ex-tenista, Cathy Lee Crosby ficou com o papel, mas a série não vingou por divergências com os quadrinhos.
  • De 1975 a 1979, Lynda Carter foi a heroína na série de TV Wonder Woman, da CBS, por três temporadas e 59 episódios. A identidade de Diana Pince saiu da TV para os quadrinhos. O icônico giro de transformação foi sugestão de Lynda pela dificuldade de efeitos especiais.
  • Adrianne Palicki gravou um piloto para uma nova série de TV em 2011, mas não foi aprovado.
  • Em 2009, a DC lançou a animação "Mulher-Maravilha", mas, na década de 1970, a personagem era recorrente na animação seriada Superfriends (Superamigos, no Brasil).
  • Em 2007, tentaram fazer um filme, mas o roteiro nunca foi aprovado. Em 2016, a heroína apareceu no filme Batman vs. Superman: Dawn of Justice, sendo encarnada pela modelo Miss Israel 2004 Gal Gadot. Em junho de 2017, a atriz protagonizou o primeiro filme de uma super-heroína de quadrinhos e estabeleceu recordes de bilheteria. Em dezembro, participou do filme da Justice League.
  • Também em 2017 foi lançado o filme Professor Marston & The Wonder Women contando a história da criação da heroína. Luke Evans é William Marston, Rebecca Hall é Elizabeth e Bella Heathcote é Olive Byrne.

CURIOSIDADES:
  • William Marston era um psicólogo envolvido com os ideais do feminismo. Junto com sua esposa Elizabeth, criou um protótipo do polígrafo (detector de mentiras), mas não foi patenteado. O laço da verdade é uma alusão ao polígrafo.
  • Apesar de ser um dos maiores ícones pop do sexo feminino, a Mulher-Maravilha sofre constantemente questionamentos por suas atitudes e, principalmente, por sua vestimenta. Na década de 30, teve revistas queimadas e críticas relacionadas à perversão, lesbianismo, tortura e sadomasoquismo (entenda um pouco aqui) de suas histórias.
  • Faz parte da Trindade da DC Comics, equilibrando Superman e Batman.
  • Por um período, Diana foi substituída pela amazona Ártemis. Seus acessórios eram os braceletes de Atlas e as sandálias de Hermes para simular os poderes da Mulher-Maravilha. Ela empunhava o arco e flecha.
  • Seus braceletes são feitos de amazonium, material tido como indestrutível. Ainda assim, os acessórios foram destroçados pelo Superman. Na série de TV, os braceletes eram feitos de feminium.
  • Peter Marston, filho de William, montou o Museu da Mulher-Maravilha em sua casa, em Connecticut (EUA).
  • Dia 26 de outubro é o Dia da Mulher-Maravilha em Portland (Oregon, EUA) e Fleming (New Jersey, EUA). Trata-se de um evento criado pela escritora Andy Mangels para arrecadar fundos para ações contra a violência doméstica.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Menos um...

É... tô ficando velho e não tô dando mais conta de um monte de blog, freelancer e projeto pessoal ao mesmo tempo. O primeiro blog a sair (parcialmente) de cena foi o H+Min+Sec. Disse parcialmente porque ele continua lá com as antigas postagens e, de vez em quando, eu atualizo algumas informações. Porém, ele está de vento em popa no Facebook com compartilhamento de postagens do blog e novidades de várias marcas de relógio nacionais e internacionais.

Agora quem sai de cena é o Superpersonagens, que, na verdade, nunca engrenou. A ideia era fazer uma enciclopedia virtual dos super-heróis da Marvel e da DC de forma mais simples para que todo mundo pudesse entender o mínimo sobre os personagens. No fundo, no fundo... eu não queria parar, mas realmente não dá. Para não perder o que foi feito, vou aos poucos transferindo o que tinha lá para cá. Caso eu decida continuar, será por aqui.

Aos seguidores do Mito+Graphos, tranquilizem-se: esse não sairá do ar NUNCA! Esse é xodó. Vai devagar e sempre! Tem Facebook também!

E, assim, sigo o lema deste blog... deixo fluir as energias. 😉

domingo, 15 de julho de 2018

COPA 2018: Allez les bleus!


No primeiro tempo, só deu Croácia. A França parecia meio acuada (ou em estratégia de cansar o já cansado adversário) e não conseguia armar suas jogadas frente aos croatas famintos. Acontece que essa mesma fome, deu a vitória parcial aos franceses, considerando que, o primeiro gol foi contra, o segundo foi um golaço e o terceiro foi um pênalti de vídeo.

No segundo tempo, a França acordou e fez logo dois gols pra colocar a mão na taça. Até que o bom goleiro Lloris resolveu colocar os croatas de volta ao jogo com um erro de soberba. Aliás... quanto erro bobo numa final! É gol contra, mão na área, goleiro tentando driblar e tomando gol... Seria nervosismo? Ou um questionamento sobre a real qualidade dessa Copa? Mesmo se tirássemos esses erros, a França levava o bicampeonato por 2 a 1.

À Croácia fica a excelente campanha, a raça, a vontade, o controle, o incrível preparo físico e a presença das mulheres em papéis políticos não só no futebol mas como uma presidente digna que não gasta dinheiro público. Enquanto a França, além da Copa, mostrou para o mundo um futebol eficiente e IMIGRANTE.


Muito foi ensinado nessa copa... que não há favorito, que não há fronteiras, que o futebol é mais do que um monte de homem correndo atrás de um bola. Vamos ver como será no Qatar... uma Copa com muito mais problema político internacional e que deverá ser no fim do ano por conta do clima. Ao Brasil (que deve ter ficado em 6º por pontuação), resta iniciar o novo ciclo de quatro anos, revendo sua atitude dentro e fora de campo.

sábado, 14 de julho de 2018

COPA 2018: Merecido.

Venhamos e convenhamos: a disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo é um jogo desnecessário. Era melhor definir as posições por pontos ao invés de fazer um jogo caça-níqueis onde a maior parte dos jogadores não quer se machucar porque estão próximos ao início de suas temporadas nos clubes.

Dito isto...


A Inglaterra veio com um time misto com o objetivo de colocar todos os jogadores da delegação para participar do evento. Kane queria a artilharia (e deixar de ser um engodo), mas os ingleses ficaram sem a maioria de suas estratégias: só sobraram os zagueiros. Já a Bélgica não quis saber: seu objetivo era fazer a melhor campanha da história e merecidamente levaram o bronze. Os belgas, na verdade, merceiam mesmo era ter chegado à final, mas os cruzamentos não permitiram. O futebol que eles jogaram foi - talvez - o mais bonito de toda a competição. Devem fechar como a seleção de melhor ataque e saldo de gols.

Vale dizer que o ex-jogador francês Thierry Henry fez parte da delegação belga. Uma de suas funções era levar a motivação e a vontade de ser campeão. Foi assim que a Bélgica entrou nessa disputa de terceiro lugar. No fim, Henry abraçou todos os jogadores com um largo sorriso no rosto, parabenizando-os pela importante conquista histórica! Campeões.