segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Barbie também é arte

E quem disse que a Barbie não poderia virar objeto de arte? Não estou falando de vestidos de moda, não... estou falando disso:

Moça com brinco de pérola, de Johannes Vermeer
Busto de Nefertiti
Marilyn Monroe, por Andy Warhol
Vênus de Milo
Revista Vogue (1950) com foto de Erwin Blumenfeld
Monalisa, de Leonardo da Vinci
Retrato de Dora Maar, de Picasso
Fotografia de Man Ray
Olympia, de Edouard Manet
Capa do disco de Bob Dylan, por Milton Glaser
Retrato da jornalista Sylvia von Harden, de Otto Dix
Eterna evidência, de René Magritte
Fotografia de Guy Bourdin
Fotografia de Henriette Allais por Helmut Newton
A Estátua da Liberdade
Imagem para o filme Yellow Submarine do The Beatles
Cena do filme O Desprezo, de Jean-Luc Godard
Neytiri de Avatar

A francesa Jocelyne Grivaud fez essa peças em 2009 em virtude dos 50 anos da famosa boneca da Mattel. Show!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

As agruras de um peladeiro

Transcrevo a coluna de Beto Silva (um dos Casseta) para a Revista de Domingo do jornal O Globo de domingo, dia 27 de março de 2011:
Eu adoro jogar pelada. Gosto tanto que não resisti e ambientei numa pelada o início do livro que estou lançando, "Cinco contra um". O livro não é especificamente sobre peladas nem sobre futebol, mas o personagem principal desse romance adora bater uma peladinha, assim como eu.

Muita gente não entende, mas, para nós, peladeiros, o futebolzinho semanal é um momento quase sagrado de nossas vidas. Nós esperamos ansiosos por aquelas duas ou três horinhas em que vamos chutar uma bola e ingar os amigos numa quadra de futebol. Muito peladeiro é capaz de desmarcar reuniões importantes, adiar compromissos marcados há semanas, dar desculpas esfarrapadas para não ir ao jantar de família e alguns chegam até a desmarcar o cinema com a namorada, com todas as consequências que isso pode acarretar, só para não perder a pelada com os amigos.

A pelada é tão importante na vida de alguns caras que muda até alguns de seus hábitos. Normalmente, o homem quando vai fazer compras não se comporta como as mulheres que meem em tudo na loja, viram e reviram as roupas epostas. O homem não é assim, ele fica grilado de tirar as roupas das pilhas porque acha que depois vai ser obrigado a dobrá-las de novo. E homem não sabe dobrar roupa. Ele fica com medo de bagunçar a loja e tomar uma bronca da vendedora. Mas quando o cara vai comprar material esportivo para jogar a sua pelada sagrada ele se transforma, parece uma moça, não se preocupa com nada, calça todas as chuteiras, tira tudo do lugar, não descansa até conseguir se decidir pelo uniforme ideal. Tudo bem, depois de se transformar numa perua deslumbrada ao comprar o uniforme da pelada, ele volta ao normal e tão cedo não vai entrar numa loja por vontade própria. O peladeiro se apega à sua chuteira, não a troca por nada, não deia nem que seja lavada, para quê? Afinal, ela vai sujar de novo na próxima pelada! Ele só vai comprar outra chuteira cinco anos depois, quando o barco que se abriu na sola atrapalhar a perfeição do chute de trivela.

Aliás a pelada é tão importante para alguns homens que é o único lugar em que ele repara na roupa de outro:
— Que camisa maneira!
— É a camisa retrô do segundo título brasileiro do Flu. Lembra? Aquele do gol do Romerito... E a sua?
— Uniforme que o Inter de Milão ganhou o mundial! Oficial! Custou uma fortuna!

E muitos homens casados acabam discutindo com as suas mulheres por causa da pelada. Os peladeiros tem quase certeza de que, quando chegam em casa felizes e imundos da pelada, suas mulheres entram em estado de alerta. E então um pequeno detalhe pode desncadear uma feroz discussão. Esse detalhe é a quantidade de gemidos do homem. Porque homem que chega da pelada, principalmente a partir de uma certa idade, sente várias dores musculares e geme por dois dias seguidos E quando as mulheres escutam os gemidos do peladeiro, uma transformação acontece, e elas resolvem que aquele é o momento para discutir a relação. Como o homem nessa hora não quer conversa, está naquele estado de burrice pós-pelada, em que só consegue falar do golaço que fez, do drible maravilhoso que deu ou no máimo do passe de letra que quase conseguiu executar, então a discussão é inevitável.

Mas, se você é um peladeiro inveterado, haja o que houver, nunca faça como um amigo meu, que no auge da discussão, quando a mulher lhe perguntou "afinal, a pelada é mais importante que a sua mulher?", ele respondeu: "Depende das condições do campo e da qualidade dos jogadores." Fim do casamento.
Então, galera, usem esse texto para peitar suas esposas, namoradas, agregadas e afins!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

egito agito


O que falar sobre isso depois disso?

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

No giro do bambolê

Fique tonto:



Então... a lorinha inglesa resolveu usar uma câmera especial para filmagens em movimento em seu bambolê e fez essa doideira. Enjoou?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Lição de sangue

Batismo de Sangue (2006/2007) não é um filme fácil. Até porque falar sobre a ditadura no Brasil nunca é agradável... ainda mais quando o foco fica na tortura. Mas não quero fazer uma crítica ao filme em si. Quero fazer uma constatação pessoal.

A Igreja me incomoda. Seus rituais, suas necessidades, suas exigências, suas manipulações. Estudar a História do mundo nos coloca frente a frente com uma instituição politicamente incorreta e economicamente desleal (o que falar da Inquisição? E as indulgências abusivas?) Bom... mas também não vou discursar sobre os malefícios dessa igreja.

O filme de Helvécio Ratton baseado no livro homônimo de Frei Betto nos revela a ação dos frades dominicanos durante a ditadura brasileira. Confesso aqui minha surpresa. Não tinha a mínima ideia dessa presença ativa e fundamental em favor da democracia no país.

No meio do filme, aparece um cardeal que reprova as ações do frades, representando a posição que eu imaginava da Igreja. Mas uma missa dentro do presídio do DOPS, realizada pelos quatro frades com Tang sabor uva como vinho e biscoito Maria como hóstia quebrou esse meu paradigma. Na verdade, meu antigo ponto de vista é abalado desde o início quando acompanhei os frades envolvidos em reuniões estudantis e fuga de líderes do movimento libertário.

A missa.

Caio Blat como Frei Tito
As torturas servem para impactar - é claro -, mas fazem muito mais: eles humanizam a Igreja. Fortalecem a minha opinião de que a Igreja é uma criação humana... feito por homens para os homens. E, por isso, em nenhum momento fiquei incomodado com as ditas traições dos frades que revelaram informações vitais aos militares. Eles o fizeram sob tortura física e psicológica. Homens sentem dor. Sentem medo.




Sendo assim, creio que esse filme não deve ser apenas um registro do passado: precisa ser ensinado. Em aulas de História, de Política e, principalmente, de Religião.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Poesia pelada

Fabrício Carpinejar é um moderno poeta, escritor, autor, gaúcho e cafajeste (como ele se intitula) com um blog bem interessante. Recentemente, para falar das combinações de um churrasco, comparou ao futebol. Leiam um pedaço:
Marcar futebol é uma negociação tremenda. Se o jogo é domingo, o marmanjo fica o sábado confirmando os nomes. É uma expectativa de menino. Sofre pavor de trabalhar no final de semana, mas não larga o celular para agendar a turma ao campinho. Não achará tempo para mais nada. O finzinho da tarde dominical será dedicado a se recuperar do cansaço e das lesões ou para lembrar os melhores momentos da partida.

Não existe gostar de futebol e desligar o assunto. É fácil entender a fobia das mulheres com o "joguinho". Não se trata de um esporte com hora marcada, é ser envolvido pelos bastidores de uma campanha eleitoral (Ele vai? Não vai? Por quê?). Não é somente um que planeja e efetua a série de telefonemas, todos se falam entre si para reiterar o convite. A crise aumenta se não é salão e sim sete, mais ainda no momento do futebol de campo.

A histeria masculina repousa nas chuteiras. Caso o homem fosse jogar e voltasse assim que terminasse, pronto, estava resolvido; o pomo da discórdia é que inventa de se concentrar como profissional. Ele é amador no trato com a bola e rigoroso na preparação e nos rituais de véspera.
Legal! É praticamente isso mesmo! Agora, me dêem licença porque eu vou pra minha peladinha sagrada!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mais um pra ele (e pra gente!)








Em 27 de janeiro de 1949 nascia em Maceió, um menino chamado Djavan Caetano Viana, filho de uma família humilde mas muito musical. O menino queria ser jogador de futebol, mas para nossa sorte, a música falou mais alto e ele se transformou num dos maiores músicos brasileiros!

Djavan está celebrando seu 63º aniversário hoje, dentro do estúdio, onde grava seu novo disco, com músicas inéditas! Numa feliz coincidência, o artista recebeu hoje em sua casa o prêmio Grammy, que ganhou merecidamente com seu último trabalho "Ária". Presentão pra ele e - em breve - pra gente!



PS.: Foto, texto e vídeos do site dele!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A história das marcas de cinema

No ritmo de marcas e cinema, trago hoje pra vocês a história por trás das marcas dos grandes estúdios de Hollywood.

PARAMOUNT PICTURES
Em 1912, a Paramount Pictures Corporation foi fundada, mas a "montanha majestosa" surgiu como uma brincadeira durante uma reunião do dono do estúdio com W. W. Hodkinson, importante nome da indústria cinematrográfica. Hodkinson desenhou uma montanha de Utah, sua terra natal, e colocou 24 estrelas ao redor que representariam os grandes nomes do cinema na época. Hoje são 22 estrelas e acredita-se que a montanha representada seja no Peru, mas não se sabe ao certo o porquê dessas mudanças.




COLUMBIA PICTURES
Em 1919, surgia a Columbia Pictures, mas só em 1924 foi criada a marca inspirada na Estátua da Liberdade, como a personificação da América. Não se sabe a real identidade da modelo que se tornou a Senhora da Tocha. Em 1993, a senhora foi gerada por computador. Hoje o estúdio faz parte da Sony Pictures.




WARNER BROS.
Em 1923, quatro irmãos judeus poloneses fundaram a Warner Bros. (depois de alterarem seus nomes originais, ou seja, não eram Warner). Desde o início, a marca era um escudo com as letra W e B sofrendo algumas variações ao longo de sua existência. Teve uma pequena mudança de conceito na década de 1980, mas o escudo retornou e continua até hoje (ainda sofrendo mudanças).




MGM
Em 1924, o publicitário Howard Dietz criou o leão Leo para a Goldwyn Picture Corporation, baseado no time dos Lions da Universidade de Columbia. Quando a Goldwyn Pictures se fundiu com a Metro Pictures Corporation e Louis B. Mayer Pictures, a recém-formada MGM manteve a marca. Cinco leões fizeram a famosa vinheta do estúdio. O segundo (Jackie) foi o primeiro a ter seu rugido sendo ouvido pelo público e o primeiro a aparecer em cores. Mas o terceiro (Tanner) foi o mais famoso pelo número de aparições. O lema da empresa, ars gratia artis (arte pela arte, em latim), está inscrito nas faixas cinematográficas da marca.




20th CENTURY FOX
Em 1933, o pintor e paisagista Emil Kosa Jr. criou a famosa marca para o 20th Century Pictures. Em 1935, o estúdio se fundiu a Fox Film Company e a marca ganhou o "Fox". O século mudou, mas a marca não.




DREAMWORKS
Em 1994, Spielberg fundou a Dreamworks. Ele queria que a marca lembrasse as épocas áureas de Hollywood e, por isso, pediu que tivesse um homem pescando na Lua cheia. O artista americano Robert Hunt pintou à mão a marca pedida por Spielberg, mas também fez uma versão com um menino (inspirado em seu filho) sentado numa Lua crescente. Nem preciso dizer qual foi a escolhida, certo?

Foto de Hunt e seu filho.



(Via Neatorama)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

E se os filmes de hoje fossem de ontem?

O designer gráfico novaiorquino Peter Stults reimaginou alguns clássicos modernos em cartazes à moda antiga... beeeeem antiga! E não só no layout como nos atores. A série se chama What if... Movies reimagined for another time and space e foi inspirada em outro artista. Vejam:



Muito bom, não? Direto do túnel do tempo!

(Via Hollywoodiano)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Novas identidades secretas


No início deste ano, a DC Entertainment revelou sua nova marca - ou, como preferiu identificar, sua nova identidade, uma vez que a marca também irá para a DC Comics, o braço editorial (e mais importante) da empresa.

John Rood (vice-presidente de vendas e marketing) declarou que “é uma nova era na DC e o novo visual reflete uma abordagem dinâmica e destemida, ao mesmo tempo em que celebra a rica herança da companhia e seu robusto portfólio de personagens”. Rood destaca ainda que a ideia é a mesma da recente reformulação dos heróis da editora*, trazendo tons modernos aos clássicos, tornando tudo relevante ao mundo de hoje, mas mantendo o coração do que é a DC. Amit Desai (vice-presidente de franchising) explica que o "D" que se descola do "C" na nova marca representa as identidades secretas e outras dualidades que existem nas histórias que a DC publica:
Nós não queremos um logotipo estático, mas uma identidade viva que pode capturar o poder de nossos personagens e contar histórias. O especial no conteúdo da DC é a ideia da identidade dupla. Quando você pensa nos super-heróis da DC Comics, é a identidade secreta. Quando você pensa na Vertigo, é a ideia do bem contra o mal em tantas histórias. E assim, afora a flexibilidade, o novo logotipo comunica esta ideia de identidade dupla: mais do que você enxerga à primeira vista. Você tem que olhar mais de perto para entender a riqueza dos nossos personagens.
Criada pela Landor Associates, a marca passa a ter uma natureza mutável, se adequando ao produto ou personagem quando necessário, criando variações que incluem cor, efeitos de brilho e até alguns detalhes mais específicos, como a famosa gota de sangue de Watchmen. Ainda não há vídeo para mostrar os efeitos, mas em plataformas digitais (DVDs, apps, todo conteúdo para internet), a marca será animada, revelando algo por baixo. A fonte utilizada é a Gotham Black, um detalhe interessante para os batmaníacos.


 
 

Apesar dessa evidente funcionalidade, a única coisa que me incomoda é sua possível não-originalidade. É preciso ter muito cuidado ou a DC cairá no mesmo problema que a marca Rio 2016 teve...


Aliás, a quantidade de críticas negativas à nova marca é muito grande. É muito difícil mexer em uma marca querida. A marca de 2005, por exemplo, também foi execrada (eu!) por ter substituído a marca criada pelo famoso designer Milton Glaser (aquele que fez o I [coração] NY) e ficou por 29 anos! Mas em pouco tempo se tornou aceita (eu!), principalmente quando chegou aos cinemas e ao grande público (não só os fãs).

Acredito, então, que seja questão de tempo até essa nova marca funcionar, porque sua proposta é muito interessante e realmente atual (lembram da marca do Media Lab do MIT?). Concorda?

* Pra quem não sabe, no fim de 2011, a DC resolveu "zerar" seus heróis, ou seja, todos eles foram reiniciados com novas origens e novas conexões (por exemplo, nada de casamento entre Clark Kent e Lois Lane). O objetivo era trazer os heróis criados há mais de 70 anos para o século XXI.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Futebol de volta... e ela também!

Nesse final de semana recomeçaram os campeonatos estaduais pelo Brasil e os jornais e programas esportivos voltaram a ter assunto. Mas o importante mesmo é que ela voltou.


Contratada pela Band em janeiro de 2007 pra auxiliar o programa do Milton Neves, a gaúcha Renata Fan foi Miss Brasil em 1999. Sua beleza e esperteza acabaram se sobressaindo (algo bem fácil perto de Neto, Godoy e do próprio Milton Neves) e ela acabou ganhando o programa Jogo Aberto (todos os dias da semana, de 11h30 às 12h30, na Band). Ter uma mulher lindíssima como essa falando sobre futebol e esportes em geral faz a gente crer que a humanidade tem salvação. Eu sei que tem Milena Ceribeli, Glenda Kozlowski e Cris Dias... mas Renata não é só âncora: ela tem opinião.

É bem verdade que ela tem ficado excessivamente brincalhona por causa da edição do programa e de seus companheiros ridículos. Por exemplo... no início de 2011, Denílson (o ex-jogador mesmo) lançou a campanha Dança, Renata! por causa de suas palhaçadas. A campanha tomou vulto e ficou nacional! TV, twitter e até as torcidas pediam a bela dançando. Vejam o vídeo que vocês vão entender tudo e verão a conclusão da história, que se deu no dia 15 de julho de 2011:



Tá... ela não dança nada... mas vai dizer que não é linda? E ainda sabe tudo de futebol!!!

PS.: Alguém tira o Neto da TV!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Sucessos do meu ano


Depois de ontem, procurei as paradas de sucesso (nacional e internacional) e achei um blog que tem todos os anos! Eu nasci num ano (1978) de Roberto Carlos e Bee Gees, com direito a Frenéticas e Queen!

NACIONAL
  1. Outra vez, de Roberto Carlos
  2. Força estranha, de Roberto Carlos
  3. Sampa, de Caetano Veloso
  4. Dancin' Days, das Frenéticas
  5. Não existe pecado ao sul do Equador, de Ney Matogrosso
  6. Cálice, de Milton Nascimento e Chico Buarque
  7. Perigosa, das Frenéticas
  8. Folhetim, de Gal Costa
  9. A noite vai chegar, de Lady Zu
  10. Café da manhã, de Roberto Carlos


INTERNACIONAL
  1. Night fever, dos Bee Gees
  2. How deep is your love, dos Bee Gees
  3. Don't let me be misunderstood, de Santa Esmeralda
  4. MacArthur Park, de Donna Summer
  5. Emotion, de Samantha Sang
  6. Shadow dancing, de Andy Gibb
  7. Stayin' alive, dos Bee Gees
  8. We are the champions, do Queen
  9. Baby come back, do Player
  10. Grease, de Frankie Valli


É rock'n'dance, bebê!

PS.: E Michel Teló está em 6º nesse início de 2012, sendo que ficou em 13º ano passado com Ai se eu te pego. Paula Fernandes (Sensações) e Katy Perry (The one that got away) são os sucessos até agora, mas com Teló indo para a Europa... não sei não...