quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As músicas brasileiras de maior sucesso nas paradas nacionais em todos os tempos


De 1902 a 2011, cada época teve sua música de sucesso. Dos lundus ao sertanejo universitário, o público brasileiro já gostou de tudo, sendo que as canções românticas são a maior constante. Há muitos artistas de um sucesso só, mas também há cantores que chegaram ao topo várias vezes, como Bahiano (6), Francisco Alves (5), Roberto Carlos (5), Zezé di Camargo & Luciano (4) e Carmen Miranda (3), entre outros. Algumas músicas foram esquecidas com o passar do tempo, enquanto outras se tornaram clássicos. Vejam a lista feita pelo Hot 100 Brasil (em 17 anos de pesquisas!):
1902: A conquista do ar (Santos Dumont), da Banda da Casa Edison
1903: Perdão, Emília, de Bahiano
1904: Amor perdido, de Patápio Silva
1905: Fantasias ao luar, da Banda da Casa Edison
1906: Clélia (ao desfraldar da vela), de Mário Pinheiro
1907: Ó, Minas Gerais, de Eduardo das Neves
1908: Os namorados da lua, de Mário Pinheiro
1909: Choro e poesia, da Banda da Casa Edison
1910: Canção do marinheiro (cisne branco), de Eduardo das Neves
1911: O meu boi morreu, de Eduardo das Neves
1912: O forrobodó, do grupo Chiquinha Gonzaga
1913: Caboca di Caxangá, de Patrício Teixeira
1914: Atraente, do grupo Chiquinha Gonzaga
1915: Apanhei-te, cavaquinho, do grupo O Passos no Choro
1916: Flor do mal, de Vicente Celestino
1917: Pelo telefone, de Bahiano
1918: Ontem ao luar, de Vicente Celestino
1919: Já te digo, de Bahiano
1920: Fala meu louro, de Francisco Alves
1921: Esta nega qué me dá, de Bahiano
1922: Luar de Paquetá, de Bahiano
1923: Tristezas do jeca, da Orquestra Brasil-América
1924: O casaco da mulata, Bahiano e Maria Marzulo
1925: A casinha (a casinha da colina), de Aracy Côrtes
1926: Chuá, chuá, de Fernão e Romeu Silva
1927: Anoitecer, de Gastão Formenti
1928: Jura, de Aracy Côrtes
1929: Gosto que me enrosco, de Mário Reis
1930: Pra você gostar de mim (tahi), de Carmen Miranda
1931: Tico-tico no fubá, da Orquestra Colbaz
1932: O teu cabelo não nega, de Castro Barbosa e Grupo da Velha Guarda
1933: Alô, alô, de Carmen Miranda e Mário Reis
1934: Cidade maravilhosa, de Aurora Miranda e André Filho
1935: Minha palhoça, de Sílvio Caldas
1936: Pierrô apaixonado, Joel e Gaúcho
1937: Carinhoso, de Orlando Silva
1938: Pastorinhas, de Sílvio Caldas
1939: O que é que a baiana tem?, de Carmen Miranda e Dorival Caymmi
1940: Dama das camélias, de Francisco Alves
1941: Canta Brasil, de Francisco Alves
1942: Ai! Que saudades da Amélia, de Francisco Alves
1943: A dama de vermelho, de Francisco Alves
1944: Atire a primeira pedra, de Orlando Silva
1945: Maria Bethânia, de Nelson Gonçalves
1946: De conversa em conversa, de Isaura Garcia e Os Namorados da Lua
1947: Copacabana, de Dick Farney
1948: A saudade mata a gente, de Dick Farney
1949: Brasileirinho, de Waldir Azevedo
1950: Pé de manacá, de Isaura Garcia e Hervé Cordovil
1951: Vingança, de Linda Batista
1952: Lata d’água, de Marlene
1953: Risque, de Linda Batista
1954: Teresa da praia, de Dick Farney e Lúcio Alves
1955: Café soçaite, de Jorge Veiga
1956: Conceição, de Cauby Peixoto
1957: Mocinho bonito, de Dóris Monteiro
1958: Cabecinha no ombro, de Alcides Gerardi
1959: Estúpido cupido, de Celly Campello
1960: Banho de lua, de Celly Campello
1961: Palhaçada, de Dóris Monteiro
1962: O trovador de Toledo, de Gilda Lopes
1963: Mas que nada, de Jorge Ben
1964: Rua Augusta, de Ronnie Cord
1965: Trem da onze, dos Demônios da Garoa
1966: Quero que vá tudo pro inferno, de Roberto Carlos
1967: Coração de papel, de Sérgio Reis
1968: Viola enluarada, de Marcos Valle e Milton Nascimento
1969: As curvas da estrada de Santos, de Roberto Carlos
1970: Foi um rio que passou em minha vida, de Paulinho da Viola
1971: Detalhes, de Roberto Carlos
1972: Ilu Ayê, de Clara Nunes
1973: O vira, dos Secos e Molhados
1974: No silêncio da madrugada, de Luiz Ayrão
1975: Moça, de Wando
1976: Juventude transviada, de Luiz Melodia
1977: Amigo, de Roberto Carlos
1978: Outra vez, de Roberto Carlos
1979: O bêbado e a equilibrista, de Elis Regina
1980: Balancê, de Gal Costa
1981: Baila comigo, de Rita Lee
1982: Muito estranho (cuida bem de mim), de Dalto
1983: Menina veneno, de Ritchie
1984: Sonífera ilha, dos Titãs
1985: Dona, do Roupa Nova
1986: Demais, de Verônica Sabino
1987: Que país é este?, do Legião Urbana
1988: Faz parte do meu show, de Cazuza
1989: Bem que se quis, de Marisa Monte
1990: Evidências, de Xitãozinho & Xororó
1991: É o amor, de Zezé di Camargo & Luciano
1992: O canto da cidade, de Daniela Mercury
1993: Que se chama amor, do Só Pra Contrariar
1994: Eu só penso em você, de Zezé di Camargo & Luciano e Willie Nelson
1995: Vira vira, dos Mamonas Assassinas
1996: Garota Nacional, do Skank
1997: Palpite, de Vanessa Rangel
1998: Cada volta é um recomeço, de Zezé di Camargo & Luciano
1999: Sozinho, de Caetano Veloso
2000: Amor I love you, de Marisa Monte
2001: Quem de nós dois, de Ana Carolina
2002: Festa, de Ivete Sangalo
2003: Tô nem aí, de Luka
2004: Vou deixar, do Skank
2005: Eu amo, de Zezé di Camargo & Luciano
2006: É isso aí, de Ana Carolina e Seu Jorge
2007: Natiruts reggae power, do Natiruts
2008: Extravasa, de Cláudia Leitte
2009: Agenda, de Ornella di Santis e Belo
2010: Só rezo, do NX Zero
2011: Um beijo, de Luan Santana

As informações não representam uma realidade absoluta, mas dão indicadores verossímeis que permitem refletir sobre a evolução do gosto musical do brasileiro médio. Agora reflitamos... nosso gosto musical tem melhorado, piorado ou se mantido no mesmo nível de sempre? Quem aposta em "Ai se eu te pego", de Michel Teló, como o hit de 2012?

(Via FreakShowBusiness)

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Sobre hadoques e lobos no brejo

Por erro de logística (e talvez obra do destino), hoje pela manhã precisei andar por quase toda a extensão da Rua Haddock Lobo na Tijuca. É impressionante como uma rua pode ser tão recheada de memórias. Pelo menos 1/3 da minha vida está nessa rua... o terço inicial, da minha infância. São lugares, cheiros, experiências que imediatamente pipocam na mente a cada passo dado.
A escola eterna e a primeira vez que voltei para casa sozinho. O salgado pós-escola. Os aquários e filhotinhos da pet shop. O glamour em fraques. As ruas transversais, casas e prédios de vários amigos e familiares. O curso de inglês. O Clube Municipal. O Banco Nacional do avô. O Brasa Columbia. A piscina dos finais de semana (que agora é um prédio). O mercadinho Nova Olinda (agora Apolo). A papelaria (virou loja de roupas femininas). O Rei dos Plásticos (virou loja de ferramentas genérica). A loja de quadros na esquina (que já me dizia quem eu seria). A maravilhosa lojinha de balas onde eu gastava minha mesada de 50 centavos (agora é uma autorizada). O pronto-socorro que atendeu o filho da empregada. O armarinho. A vila das bolinhas de gude e dos carros de coleção. A única Chácara da Tijuca (nº300, 9º andar)! O gigante adormecido na janela. A Fundação Bradesco e o Maria Raythe. As missas dominicais obrigatórias nos Capuchinhos. O futsal no Fumageiros (e em vários clubes portugueses da área). O AABB Tijuca e TODA a minha iniciação esportiva. O cheiro da casa de umbanda. O velho consultório do dentista. O moderno consultório dos aparelhos dentários. À caminho para o trabalho do meu pai. Ou para o sonho da Zona Sul.

Isso é só uma pontuação de memórias vívidas e vividas. Cada uma ainda se desdobra em outras lembranças. Mas apesar do tom nostálgico, não há saudades. Foram momentos que fizeram quem eu sou hoje. E o passado - seja bom ou ruim - torna esse presente real. Real de verdade. Real de rei.


Me dei conta também de que a Rua São Francisco Xavier é um divisor de ruas e de águas: assim como ela transforma a Rua Conde de Bonfim em Rua Haddock Lobo, ela separa minha infância da minha adolescência. O segundo terço da minha vida é à direita do Largo da Segunda-Feira, até a Praça Saens Peña. A partir daí me tornei um Tijucano de carteira.

PS.: Pra quem não sabe, Tijuca, em tupi, é "água podre" porque ao bairro era um brejo. Também descobri que Roberto Jorge Haddock Lobo (1817-1869) foi o médico responsável pela primeira anestesia (para fins experimentais) no Brasil e ainda realizou um recenseamento no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Que eu consiga aproveitar minhas férias!

(Childhood, arte urbana do francês OaKoAk)
 

PS.: Nem consegui escrever nada para os 3 anos que o blog fez no domingo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Papai Joel (ou seria Dad Joel?)

Falem de Muricy, Mano, Luxa ou Felipão... o melhor treinador do Brasil é o Joel Santana! Pelo menos o mais folclórico, ele é! Quem aqui não se lembra da sensacional entrevista em inglês que ele deu após um jogo da África do Sul na Copa dos Confederações quando ele era treinador:



Ainda bem que está legendada, não? Aliás, essa entrevista rendeu um funk mais sensacional ainda: o Metxe from birráindi!



Teve uma versão de funk melody também. E com todo essa habilidade no idioma anglo-saxão, Joel foi contrado pela Pepsi para o novo comercial da empresa dentro da campanha "Pode ser?" (ou, nesse caso, "Pode to be?"). Mais um show, é claro:



Para aqueles que não curtem tanto futebol entenderem melhor, vou exemplificar com o seguinte "causo": em junho de 2011, ele só tinha uma semana e meia à frente do Cruzeiro e não sabia o nome dos jogadores. Alguns diriam que ele estava perdido à beira do gramado contra o Vasco, mas não foi bem assim. Com a ajuda do preparador Ronaldo Torres, Joel errou os nomes, gritou sem ser ouvido, perdeu lances ao escrever em sua clássica prancheta... no entanto, fez as duas modificações que fecharam o placar em 3 a 0 para seu time. Vejam a matéria do Globo Esporte:



  • Eu tiro quem? Botar é mole. Eu tiro quem?
  • Não começa a inventar muita coisa, não. Se eu tiver que botar, eu vou ter que botar o Roger. A torcida tá aqui já gritando... (recusando a idéia de substituição dada pelo preparador)
  • Ei, ei, ei...Qual é o nome dele? O centroavante? (sobre Thiago Ribeiro)
  • Espera Dudu, espera! Ele não espera! (pedindo para Dudu aguardar o escanteio para entrar, mas a vontade falou mais alto e Dudu entrou)
  • Fabrício! Entra no lugar de Wallyson entre o quarto-zagueiro e o lateral, e manda o Montillo manter a bola em você. Me entendes? Me entendes? (Ele estava falando com o paraguaio Ortigoza e não com Fabrício...)

Ah... esse Joel...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Corrupção não! Cartaz sim!


Assunto recorrente no Brasil, a corrupção está (infelizmente) em evidência, não só pelas denúncias de sempre, mas também por mais algumas tentativas de combater esse mal. A Gecko Adesivos resolveu contribuir participando da primeira edição do projeto Cartaz Aberto. Seus dois posters - criados por Leo Conrado com - foram selecionados e agora estão virando adesivos e cartazes para espalhar ainda mais a mensagem contra a corrupção.

O Cartaz Aberto é um projeto de design que anualmente promoverá um concurso de cartaz que tenha como tema problemas sociais brasileiros. Designers, artistas gráficos, publicitários, arquitetos, estudantes, qualquer pessoa de qualquer área, está convidada a exercer a função social de seu talento em produzir cartazes.

Excelente projeto e mais um ótimo trabalho do Leo - que esteve por aqui no ano passado com uma belíssima ação para ajudar à região serrana do Rio que sofria (e ainda sofre) com as chuvas de verão.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pontos de cor

No mês de novembro do ano passado, a artista japonesa Yayoi Kusama construiu um ambiente típico australiano na Galeria de Arte Moderna em Brisbane (Austrália) e tudo foi pintado de branco para servir de tela.

 
 

Ao longo das duas primeiras semanas de exposição, as crianças que visitaram a galeria recebiam adesivos de pontos coloridos, sendo convidados a colaborar na transformação do espaço. O resultado foi uma explosão de cores!


Chamada de The Obliteration Room, a instalação interativa surpreendentemente SIMPLES e GENIAL faz parte da exposição Look Now, See Forever de Kusama que vai até 11 de março no local.

Mais uma razão para querer estar na Austrália agora...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E se o Pac-man fosse real... humano?

O presidente da indústria farmacêutica Pac Corp, Michael Pacman é forçado a tomar seus perigosos medicamentos para sobreviver em um labirinto projetado por um sádico paciente em busca de vingança. Vejam:



Pac-man - The movie é da Therefore Productions, empresa americana especializada em sátiras online.

Duvido que alguém não saiba, mas... Pac-man é um jogo eletrônico, produzido na década de 1980 pela Namco, originalmente para fliperama. Tornou-se um dos jogos mais populares, ganhando versões para diversos consoles e continuações (até relógios!). O jogo é simples: uma cabeça redonda com uma boca que se abre e fecha (controlada pelo jogador) está posicionada em um labirinto simples repleto de pastilhas e quatro fantasmas que o perseguem. O objetivo é comer todas as pastilhas sem ser alcançado pelos fantasmas, em ritmo progressivo de dificuldade, tendo como ajuda as "pílulas de invencibilidade temporária". Jogue aqui ou no Google.

Curiosidade: o nome vem do termo japonês paku-paku - que significa a boca de alguém abrindo e fechando -, inspirado por uma personagem japonesa conhecida pelo seu grande apetite. A ideia do desenho original ocorreu durante um jantar de Tohru Iwatani com amigos, e deve-se a uma pizza sem uma fatia, que fazia lembrar uma boca aberta. Simples assim.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Xeque-mate


"Ninguém vence uma partida de xadrez movendo-se apenas pra frente. Como na vida, às vezes é preciso andar para trás para dar um passo melhor para frente."

Do I can read.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Graffiti verde

No Brasil, o graffiti (plural de grafite, em italiano) ainda está entre a poluição visual e a arte incompreendida, uma vez que as artes urbanas não possuem uma cartilha de definições. Por exemplo, adepto do reverse graffiti, o artista Alexandre Orion foi abordado pela polícia quando estava limpando com um pano molhado a sujeira das paredes de um túnel em São Paulo, criando um grande painel de caveiras.

Já o belga Strook (Stefaan de Crook) não precisou se preocupar. Com uma lavadora de alta pressão como pincel, água pura como tinta e uma parede cheia de musgo como tela, Strook criou seus graffiti verde nos muros da Stuk (famoso centro de artes em Leuven, na Bélgica). Serviu como decoração e exposição realizada no dia 11 do 11 do 11!

 
 
 
 
 
 
 
 

Esse post foi pra iniciar o ano de 2012 sem medo do fim do mundo ao acreditar na união entre o homem e a natureza.

(Da combinação entre o Com Limão e o Follow the Colours)

domingo, 1 de janeiro de 2012

Sonhe. Deseje. Realize.


Inspirado pela frase de ontem de Gabriel García Marquez, criei essa imagem com uma mantra em forma de mandala pra todos passarem 2012 em busca da felicidade que o ano do Dragão de Água nos reserva. Com início em 23 de janeiro (e término em 9 de fevereiro de 2013), o horóscopo chinês nos diz que 2012 será um ano bom para os que possuem metas definidas, conhecimento, força de vontade e muito bom-senso, favorecendo atividades intelectuais, pesquisas, negócios em geral, projetos a longo prazo e viagens. Mas é preciso ter cuidado com a impulsividade, a arrogância, o excesso de otimismo, o autoritarismo e o fanatismo.

Além disso, 2012 será:
  • Ano 5 na Numerologia, trazendo mudanças frenéticas que podem ser produtivas ou enervantes, mas sempre em busca do melhor.
  • Ano de Xangô, ou seja, um ano de cobranças, justiças e até mesmo conflitos.
  • Ano da Lua - astro que nos influencia todos os dias - e irá afetar nosso lado emocional, intuitivo, materno e também o nosso humor, de forma bem introspectiva.

A Pantone já definiu que a cor do ano é o caloroso e energético Tangerine Tango. Você pode ver por aí que a moda já anda acompanhando essa tendência "sofisticada, dramática e também sedutora" (os tons alaranjados na minha mandala não foram à toa, viu?).


Mas o mais importante é que 2012 pode ser o último ano de todos! Os Maias acreditam no fim do mundo, mas as leituras podem dizer que é o início de um novo ciclo astrológico. Aliás, na Astrologia, devemos entrar na tão falada Nova Era de Aquário! Uhu! (Será?) (ATUALIZADO: O fim do mundo é só em 4772, gente! Pode relaxar! Vejam AQUI!)

Eu só sei que meu ano de 2011 foi muito interessante. Foi bom mesmo. Se 2012 mantiver o ritmo já está legal. Termino com essa tirinha da Mafalda (de Quino) que merece a reflexão:

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A juventude nos sonhos


"Não é verdade que as pessoas param de perseguir seus sonhos porque eles ficam velhos, eles ficam velhos porque param de perseguir seus sonhos." - Gabriel García Marquez

Do I can read.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Chave da vida


"Quando eu tinha 5 anos, minha mãe sempre me dizia que a felicidade era a chave da vida. Quando fui  para a escola, me perguntaram o que eu queria ser quando crescer. Eu escrevi 'feliz'. Eles disseram que eu não entendi a pergunta e eu disse que eles não entendiam a vida."

Do I can read.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

The power of love


"Quando o poder do amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz" - Jimmy Hendrix.

Do I can read.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Are you?


"Você é feliz? Sim. Continue fazendo o que está fazendo."
"Você é feliz? Não. Quer ser feliz? Sim. Mude alguma coisa."
"Você é feliz? Não. Quer ser feliz? Não. Continue fazendo o que está fazendo."

Do I can read.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Yes, I am!


"Nada é impossível, a palavra em si já diz 'eu sou possível'!" - Audry Hepburn (só em inglês faz sentido).

Do I can read.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Uma única vez...


"Você só vive uma vez."

Do I can read.

sábado, 24 de dezembro de 2011

É Natal! Delicie-se!


"Você é linda".

Do I can read.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Stop'n'go!

Até o fim do ano, umas mensagens pra gente rever 2011 e repensar 2012


"Pare de competir com os outros. Comece a competir com você mesmo."

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Gato e rato na guerra do jazz

Momento de nostalgia musical. Às vezes acho que nasci na época musical errada. Mesmo curtindo o que é feito hoje em dia, sou fascinado pelo som do jazz, do blues, do soul de várias décadas atrás. Ter uma infância cercada de música ajudou, mas Tom & Jerry também!

Fora todos os desenhos de música clássica (meio que default) das animações da Hanna Barbera, o gato e o rato mais famosos do mundo tiveram um embate musical por causa de algumas horas de sono que ficaram gravados na minha memória audiovisual. Vejam ambos:

Solid Serenade (1946)
Uma serenata de um apaixonado Tom acaba com o sono de Jerry (e de Spike!).

PS.: A data correta é 1946 e não 1967 como diz no título do video. Em 46, a dupla Hanna Barbera era responsável pela animação. Em 67, como o vídeo a seguir, foi a era de Chuck Jones. Vejam nos créditos iniciais e no estilo do desenho as diferenças.

Rock'n'Rodent (1967)
Parece vingança, mas Jerry vira bateirista de jazz e inferniza a noite de Tom (e a de Spike!).


Delicioso! Hilário!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Menos TV, mais arte.


Perfeito o anúncio do Masp, criado pela agência DM9DDB.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Ainda bem que sou Flamengo"!


Hoje, dia 13 de dezembro, o Flamengo completa 30 anos de seu título mundial! É claro que as homenagens estão espalhadas pela TV e pela web (clique na imagem do site oficial), além de ações de marketing como a camisa comemorativa que será lançada amanhã. O mais interessante foi a retransmissão na íntegra do jogo de 1981 pela Rádio Globo à meia-noite de hoje!


Todo flamenguista se orgulha do time composto por Raul, Marinho, Mozer, Leandro, Júnior, Andrade, Lico, Adílio, Tita, Zico e Nunes, e comandado por Carpegiani. No Estádio Nácional de Tóquio, esse time derrotou por 3 a 0 a equipe do Liverpool, com dois gols de Nunes e um de Adílio. Era um time de coração, de garra, de ídolos formados em casa! Uma família que até hoje é Flamengo até morrer!

Infelizmente, eu tinha 3 anos e não pude curtir o momento como deveria. Por essa razão, tenho a noção que a estrela amarela e solitária do escudo do Flamengo está virando uma balzaquiana amargurada. Ela precisa de companhia. Precisamos voltar ao cenário internacional com honra. É hora de mostrar que a hegemonia carioca vai além do país tropical.

Parabéns ao Flamengo! Que "mesmo quando ele não vai bem / algo me diz em rubro-negro / que o sofrimento leva além / não existe amor sem medo / Boa noite!"

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Arte brasileira a caminho da Índia

Fui ver a exposição Índia! que está no CCBB. Então... depois de Escher (2011) e Irã (2010), essa exposição deixa muito a desejar. Mesmo sendo a maior mostra sobre o país por aqui, a riquíssima iconografia indiana foi negligenciada pelos cenógrafos e designers da exposição nas 18 salas. Pintar paredes e pendurar quadros não é suficiente. Mesmo que o material conseguido para a exposição não fosse interessante, cabia à curadoria e - principalmente - aos designers da exposição terem melhorado e enriquecido o conteúdo. As obras importantes se perdem no excesso de fotografias que deixa tudo meio chato e aumenta a expectativa por algo que nunca vem.


Aliás... é como na entrada com o hall do CCBB preparado com um belo Ganesha e um tecido com flores no teto que elevam o desejo de ver uma exposição fraca. A música, os bonecos de sombra e os fantoches são pessimamente explorados. Os tecidos (saris e por aí vai) até aaprecem, mas por que não mostraram as amarrações. Manequins espalhados não valem.

E o que falar da mitologia hindu? Quase nada! Algumas poucas estátuas e olhe lá! Kama Sutra... pra quê? Taj Mahal... onde? Só se for pra tirar uma foto ao lado da TV que passa uma reprise da novela Caminho das Índias... acredita? Até que a sala da novela - junto com Bollywood - está com uma cenografia melhor do que toda a exposição, com destaque para o simples brinquedo visual de papel celofane e impressão tricromática.

Fala sério: 3 milênios de cultura, 6 religiões, mais de 1,2 bilhões de pessoas e 20 idiomas... merecia algo MUITO melhor. Bem decepcionante. A parte de arte contemporânea (Índia - Lado a Lado) chega a ser mais interessante em determinados momentos.


Mas o título desse post quer dizer que, a caminho da exposição, eu vi algo EXCELENTE! A exposição 1911-2011 - Arte Brasileira e Depois no reaberto Paço Imperial está em um nível altíssimo! São mais de 180 obras da Coleção Itaú que tem Segall, Portinari, Pancetti, Gerchman, Mabe, Cildo, Leirner, Tarsila, Pape, Sacilotto, Milhazes e tantos outros maravilhosos representantes da nossa arte! Quem abre é a escultura O impossível, de Maria Martins, que está no átrio da bela construção.

Dividido em seis módulos sequenciais nos dois andares do prédio, o percurso começa pelo setor A Marca Humana, que dá ênfase ao figurativismo dos primórdios do modernismo no Brasil. Os outros setores são: Irrealismos (com a obra mais recente: Magenta Grace, de Rodolpho Parigi), Modos de Abstração (um show de arte concreta!), A Contestação Pop, Na Linha da Ideia e Outros Modos, Outras Mídias, com produções mais recentes.

Após seis meses de reforma, o Paço voltou em grande estilo. Os espaços internos exibem agora placas de sinalização que contam um pouco da história da qual foram testemunhas, como a sacada onde a Princesa Isabel anunciou à multidão a Lei Áurea, em 1888, acabando com a escravatura. Ou a sala onde Dom Pedro I comunicou sua permanência no Brasil em 1822, data conhecida como o Dia do Fico.

Fica até 12 de fevereiro de 2012 e é de graça! Amén!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Jogos ainda mortais!

Sou fã de Jogos Mortais (Saw, 2004). Mesmo.

Não da série toda. Só do primeiro. Fui ver duas vezes no cinema e confesso ter ficado extasiado nas duas vezes ao ver o brilhante final. Dois novos personagens entraram para história do cinema de terror: o assassino Jigsaw e seu bonequinho mais do que sinistro. Se eu falar muito mais, perde a graça (mesmo que todo mundo já saiba tudo). O filme precisa ser visto.

E esse trailer diz mais...



A brincadeira faz parte da campanha de marketing do novo filme dos Muppets, que chegou ao Brasil no último fim de semana, e ainda teve cartazes com o tema Lanterna Verde e Crepúsculo, cover do Nirvana e outros trailers parodiando Happy Feet e Atividade Paranormal.

Alguém ficou com medo da Miss Pigsaw?